Para muitos entusiastas, a década de 1960 foi a “era de ouro” dos automóveis americanos. Naquela época, os designers desfrutavam de liberdade para criar seus carros e não havia preocupação quanto à aerodinâmica ou zonas de deformação do capô para minimizar lesões em pedestres em caso de atropelamento, entre outros parâmetros exigidos nos projetos atuais. Entre esses entusiastas está o engenheiro da General Motors, Mark Stielow, que promoveu recentemente o casamento perfeito entre dois mundos: alta tecnologia e visual clássico.
Stielow restaurou a carroceria de um Chevrolet Camaro Yellow Butternut 1969 e a preencheu com o mesmo motor LS9 do Corvette ZR1, ou seja, um 6.2 litros V8 de 648 cavalos de potência e 83,5 kgfm de torque. E para assesgurar que toda a potência do bloco – avaliado em US$ 21 mil – seja transmitida para o asfalto, com o mínimo de perdas possível, o Camaro é equipado com o mesmo jogo de rodas e pneus do ZR1. Ou seja, aros de 19 polegadas no eixo dianteiro e de 20″, no traseiro, devidamente calçados com pneumáticos Michelin Pilot Sport 2.
Diante de toda essa potência, os freios também tiveram de ser dimensionados. No lugar do sistema a disco do antigo Camaro foi instalado um sistema de compostos de cerâmica e carbono, também herdado do ZR1. A transmissão, por sua vez, é uma Tremec T56, manual, de seis marchas, também usada em esportivos de sonho como o Dodge Viper, o Ford Mustang Cobra SVT, o Aston Martin V12 Vanquish, além do Chevrolet Corvette Z06. Com todos esses apetrechos, Stielow revelou que seria mais fácil comprar um ZR1 que o Camaro dele.
Fonte: Carsale








Cara, show de bola, eu que queria um desses, rsrs, quem me dera :-p
que fera ein?
Cara, é um camaro com alma de um sofisticado Corvette. Eu que já sou fã, adorei o projeto, ótima matéria.
Isso deve andar igual o capeta!